Sete respostas que podem ajudar a resolver sua cefaleia

Cefaleia – já ouviu falar neste termo? E dor de cabeça? Eles são sinônimos, representam a mesma coisa. É um velho sintoma que faz a pessoa levar as mãos para a cabeça, tapar os olhos e, se possível, fugir de qualquer barulho ou luz forte. São vários os tipos. Pode ser constante ou latejante, no meio da testa ou nas laterais da face. Não importa a forma. A verdade é que essa dorzinha incomoda mesmo. Mas não pense que se trata de um problema seu exclusivo. Pesquisas apontam que 90% das pessoas já tiveram cefaleia, em algum momento da vida. Ela está entre as queixas mais frequentes nas unidades de saúde, seja nas emergências ou nos consultórios de especialidades como Neurologia e Clínica Médica bem como em Oftalmologia, Otorrinolaringologia e até em nosso serviço de Odontologia em disfunções na mastigação.

E quem disse que esse é um problema característico da modernidade? Engana-se quem imagina isso. A cefaleia faz parte de registros de antigas civilizações, entre elas os egípcios. Médicos que viveram anos antes de Cristo, como Hipócrates, já faziam citações a respeito do tema.

Quais as principais causas e sinais? Como é feita a investigação? Qual a melhor maneira de tratar? A Salute Clínicas Especializadas resolveu dar uma ajuda e elaborou sete respostas que vão tirar as principais dúvidas sobre o assunto.

1) Sentiu uma dor de cabeça sem motivo aparente? Ela se apresenta de forma insistente, nos últimos tempos? Não importa se é rápida, demorada, contínua, leve ou forte. Vá atrás de um neurologista, o quanto antes. A prática da automedicação é proibida e oferece riscos, ainda que o caso seja, aparentemente, simples. Só o médico pode dizer do que se trata e prescrever medicamentos.

2) Diagnóstico: essa é a palavra-chave. O fato de a cefaleia ser algo comum não significa que se deve adiar ou abrir mão de uma investigação para classificá-la e descobrir as causas.  Ao saber exatamente o tipo do problema, é possível apontar ou buscar os meios mais adequados para identificar, os fatores motivadores e o melhor tratamento a ser adotado. O primeiro passo para obter essas respostas é a conversa, em consultório, na qual o médico questiona os casos existentes na família (histórico familiar), início do problema, a frequência e a intensidade da dor. A “entrevista” permite ainda ter uma ideia geral sobre o estado de saúde do paciente e levantar suspeitas a respeito de possíveis patologias existentes. A partir daí, se achar necessário, o profissional solicita exames subsidiários (ver no item 6 alguns dos exames).

3) A cefaleia pode ser súbita, subaguda ou crônica. São vários os tipos, mas vamos aqui classificá-la em dois grupos: primária e secundária. É primária se ocorre de forma isolada. Normalmente, é quando não há sinais de alguma doença ou infecção. É secundária quando está associada a alguma patologia e representa apenas um dos sintomas da doença. Em resumo, é um sinal de que algo não vai bem no organismo. Com essa classificação o médico consegue estabelecer tratamento e fazer prognósticos.

4) Há alguns sinais considerados de alerta para doenças intracranianas agudas. Entre eles estão: associação a algum déficit neurológico ou a convulsão, após trauma de crânio e em pacientes que usam medicamentos anticoagulantes.

É preciso muito cuidado nas seguintes situações, consideradas sinais de alerta:

  • Ocorrências na terceira idade;
  • Ocasionada por esforço físico ou sexual;
  • Dor progressiva;
  • Associada a sintomas como febre, náuseas, vômitos, sintomas neurológicos,
  • Elevação da pressão arterial;
  • Na existência de redução de consciência, de nuca rígida:
  • Em pacientes com neoplasia, HIV ou coagulopatias. Nesses casos, há risco
  • Grande de patologias no sistema nervoso. Isso exige uma investigação maior
  • Com exame de imagem, punsão;
  • Em pacientes que tiveram traumatismo craniano é preciso checar a existência de hematomas e fraturas.

5) Já ouviu falar na cefaleia em salvas? Caracteriza-se por uma dor muito forte, considerada por muitos como extrema, em um dos lados, na área acima dos olhos. Há ainda relatos de vermelhidão na região. Em geral, ocorre com maior frequência em homens com mais de 30 anos de idade.

6) Qual exame fazer? A solicitação do especialista será baseada nas suspeitas que ele tem sobre o caso. Entre os principais estão:

  • estudo radiológico funcional da coluna;
  • tomografia computadorizada;
  • ressonância magnética;
  • VHS (exame de sangue);
  • líquor (punção liquórica);
  • biópsia.

Nos casos de cefaleia primária, quando os exames clínico e neurológico apresentam resultados normais, não há necessidade de uma investigação mais profunda.

7) Diagnóstico pronto, hora de escolher o tratamento. Não há uma receita que a Medicina aponte como a solução para a cefaleia. Tudo vai depender dos fatores já citados como frequência, duração e intensidade da dor, além dos detalhes apontados nos exames clínico e complementares.

O tratamento começa com atividade física regular após devida avaliação do cardiologista, dieta balanceada com frutas, legumes e boa ingestão de água – no mínimo dois litros/dia. Dormir bem também é fundamental. Apenas com essas orientações é possível uma redução significativa na frequência das dores.

Quando, apesar de tudo isso, o número de crises continua entre duas e três por mês, as faltas no trabalho e na escola permanecem e há modificações nos hábitos de vida impostos pela limitação da dor, indica-se o tratamento preventivo da cefaleia, o qual é prescrito pelo neuro.

O tratamento medicamentoso inclui o uso de drogas mais comuns e, se houver necessidade, o aumento progressivo de remédios mais fortes para garantir o alívio do paciente.

Nunca é demais ressaltar que ninguém deve se automedicar. O uso abusivo e diário de analgésicos pode transformar uma simples cefaleia episódica em um problema crônico diário.

O uso abusivo do álcool, de anticoncepcionais orais, como também o tabagismo, sedentarismo, dieta rica em gordura, fritura e cafeína são fatores que podem predispor as cefaleias cranianas.

Câncer não é questão de sorte

Prevenção ainda é a melhor saída para combater a doença, que atinge 20 milhões de pessoas anualmente, no mundo

No dia 8 de abril, é celebrado o Dia Mundial do Combate ao Câncer. A doença atinge, por ano, cerca de 20 milhões de pessoas no mundo, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Só no Brasil, são aproximadamente 600 mil novos casos anuais. Recentemente, um estudo americano publicado na revista Science revelou que 66% dos casos são conseqüências de mutações genéticas, 29% são decorrentes de fatores ambientais e, ainda, 5% têm causa hereditária. Para Leonardo Pimentel, radio-oncologista da Radiocare, apesar de em um primeiro momento essas estatísticas passarem a impressão de que a doença é fruto do acaso, não é bem assim.

“Não é como se não houvesse nada a fazer além de esperar. Ao contrário, precisamos fazer nossa parte, cerca de um terço dos casos podem ser evitados pela prevenção”, frisa. Além disso, segundo dados da Cancer Research UK – órgão britânico que pesquisa o câncer, 42% dos diagnósticos identificados precocemente chegam à cura.

Pode parecer contraditório, mas, na prática, ocorrem causas multifatoriais para o surgimento de tumores. “Grande parte dos quadros diagnosticados são resultado de mutações genéticas, porém, elas também podem ser desencadeadas por fatores ambientais. Isso porque para que exista um tumor são necessárias duas ou mais alterações”, explica Pimentel. Por isso, o médico recomenda a todos um estilo de vida saudável que, segundo ele, é primordial para a prevenção.

O radio-oncologista listou uma série de fatores que aumentam as chances de ter a doença e podem ser evitados:

Alimentação inadequada – a ingestão em excesso de determinados alimentos como carnes processadas e embutidos, e carnes vermelhas, no geral, aumenta o risco da doença. “Ainda não é comprovado que uma dieta rica em gorduras tenha relação direta com câncer, no entanto, é sabido que o excesso de peso e a obesidade estão associados a um aumento do risco de vários tipos de câncer, incluindo mama, cólon, útero, rim e esôfago”, afirma.

Sol em excesso – A radiação ultravioleta (principalmente os raios UVB) originada do sol é a principal responsável pelo desenvolvimento do câncer de pele. “Os efeitos do sol em nosso corpo são cumulativos e, por isso, é preciso se proteger durante toda a vida”. Leonardo ressalta a importância de se usar protetor solar e evitar exposição direta ao sol nos períodos do dia em que o sol é mais forte. “Bloqueadores físicos, como chapéus e roupas com fator de proteção, também são bem vindos”, pontua.

Fumo – O consumo de tabaco é uma das principais causas do câncer e o mais simples de ser evitado. “O fumo ativo e passivo está entre os principais fatores de risco para o desenvolvimento deste grupo de doenças e responde pela maioria dos casos de câncer de pulmão, cabeça e pescoço, bexiga e esôfago”, afirma o radio-oncologista.

Álcool – O consumo regular de álcool está associado a um maior risco de vários tipos de câncer como os de: faringe, esôfago, laringe, reto, fígado e mama. Indiretamente também pode aumentar o risco do câncer do fígado, pois a cirrose hepática é um importante fator de risco.

Sedentarismo – Há índicos de que o sedentarismo seja responsável por alguns tipos de câncer, mesmo em pacientes com peso corporal adequado. Além disso, como dito anteriormente, o excesso de peso é fator de risco para o surgimento de câncer. “O contrário também acontece, há estudos que apontam a atividade física regular como boa forma para redução de cânceres de fígado, cólon, pâncreas, mama e estômago”.

Confira dicas de como manter a saúde em dia

Com a prática de hábitos saudáveis é possível melhorar a qualidade de vida e prevenir problemas futuros

 Dados recentes do IBGE (2017) mostram o significativo e acelerado envelhecimento da população brasileira, com a expectativa de vida podendo atingir os 80 anos em menos de uma década em alguns estados. Uma sociedade mais velha, necessita de mais cuidados com saúde, principalmente de forma preventiva.

“Muitas pessoas têm a percepção que ter saúde é não apresentar doenças, porém o conceito de saúde está muito além de não apresentar nenhuma dor ou desconforto. Saúde deveria ser encarada sob a ótica da prevenção e não somente de tratamento. A saúde está ligada ao bem-estar físico e mental de forma geral e associada a atividade e participação efetiva da pessoa no seu entorno, considerando o trabalho, lazer, entre outros”, afirma Regis Severo, fisioterapeuta que atua na área de Pesquisa & Desenvolvimento da Mercur.

A negligência com a saúde pode trazer complicações imediatas, mas, por outro lado, vai nos colocando desafios por questões que vão se manifestando aos poucos, ao longo do tempo. É preciso prestar atenção e adotar hábitos saudáveis, que caibam na rotina, no dia a dia e considerar seriamente a prática de exercícios físicos, o que previne problemas e ajuda muito a aumentar a disposição e melhorar a qualidade de vida.

O tema da campanha do Dia Mundial da Saúde deste ano, criado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), comemorado no dia 07 de abril, é a depressão. “A depressão é um distúrbio crônico (diferente da tristeza ocasional) caracterizado pela alteração do humor, capaz de causar inúmeros sintomas, sendo os mais conhecidos a profunda e prolongada tristeza, visão negativa e pessimista da vida, sentimento de desamparo e baixa autoestima”, declara Caruline Correa, psicóloga do setor de Talentos Humanos da Mercur.

Atualmente, existem estudos que relacionam a melhora no bem-estar e na qualidade de vida de pacientes que adotaram a prática de atividades físicas na sua rotina de tratamento. Conforme Caruline “A atividade física está associada com a melhora do bem-estar, gerando sentimentos positivos que contrariam o humor negativo gerado pela depressão, ajudando as pessoas a sentirem-se melhores”.

Existem inúmeras opções de exercícios que podem ser positivos para a saúde, como por exemplo, caminhar, correr, pedalar, fazer alongamentos, musculação, praticar Pilates, Yoga, entre outros. Não importa qual seja a modalidade escolhida, o importante é realizá-la com frequência e com a orientação de um profissional da saúde.

Confira algumas dicas que podem auxiliar no seu bem-estar:

A flexibilidade e a força muscular são essenciais em se tratando de prevenção de lesões. O uso de faixas elásticas pode ser uma alternativa para exercícios de fortalecimento e alongamento, além de serem fáceis de carregar podem ser utilizadas em vários locais, inclusive em casa. São encontradas em diferentes níveis de resistências, permitindo o uso de acordo com a condição física de cada pessoa.

Sugestão de uso: posicione o centro da faixa elástica na região dos dedos do pé segurando com as mãos as extremidades da faixa. Em seguida, com o joelho esticado, estique a faixa com os braços, forçando a ponta do pé para cima (em direção ao joelho) sem retirar o calcanhar do chão. Este alongamento auxilia no relaxamento e na melhora da flexibilidade dos músculos posteriores da perna.

Uma postura adequada é fundamental para manter o corpo saudável e prevenir lesões e desconfortos na região das costas e ombros. A Espaldeira Elástica-Corretor Postural Mercur foi desenvolvida para auxiliar a correção postural e também para prevenir e tratar problemas decorrentes de uma postura incorreta. Possui fechos aderentes que facilitam o ajuste e almofadas axilares revestidas em malha que garantem maior conforto durante o uso.

Sugestão de uso: utilize a espaldeira elástica como complemento de outros métodos de manutenção ou correção postural, como Pilates e RPG. Você pode utilizar a espaldeira em alguns momentos do dia, principalmente nas atividades em que percebe que sua postura não está adequada, como ao trabalhar em frente ao computador, por exemplo. Isto irá ajudar você a conscientizar-se da postura adequada. Peça dicas ao profissional de saúde que lhe acompanha sobre quanto tempo utilizar e também sobre outros cuidados necessários com a sua postura.

Devido a nossa rotina diária, muitas vezes ficamos com o corpo rígido e tensionado, causando dores e desconfortos. Portanto, é importante praticar exercícios que possibilitem o relaxamento corporal. Uma dica pode ser a bola Fisiobol Mercur que estimula a circulação sanguínea e auxilia no relaxamento muscular, podendo ser utilizada a qualquer hora e lugar. Em todos os níveis de resistência, a bola fisiobol fortalece mãos, punhos e antebraços, e ajuda na reabilitação, além de poder ser usada para massagens em diversas regiões do corpo.

Sugestão de uso: após o expediente de trabalho e ao fim de alguma atividade em que sente seus músculos “tensos”, sente-se confortavelmente e realize movimentos circulares com a Fisiobol, exercendo leve pressão da bolinha contra a pele. Realize esta massagem em diversas regiões do corpo, como na planta dos pés, panturrilhas, coxas, coluna, ombros e antebraços. Peça ajuda de outra pessoa para realizar a massagem nas costas e ombros.